top of page
producao-de-conteudo2_edited.jpg

Na Copa de 1986, o Paraguai vestiu a marca brasileira Rainha

  • Foto do escritor: Ney Junior
    Ney Junior
  • 12 de jun.
  • 2 min de leitura

Na Copa do Mundo do 1986, o Paraguai vestiu seu uniforme com a marca brasileira Rainha. Divulgação/FPF
Na Copa do Mundo do 1986, o Paraguai vestiu seu uniforme com a marca brasileira Rainha. Divulgação/FPF

A Copa do Mundo de 1986, realizada no México, marcou não apenas grandes momentos dentro de campo, mas também importantes movimentos da indústria esportiva internacional. Entre eles, destacou-se a presença da marca brasileira Rainha como fornecedora de material esportivo da Seleção do Paraguai, que chegou às oitavas-de-final do torneio.


Fundada no Brasil, em 1934, expandiu-se ao longo das décadas de 1970 e 1980 e tornou-se uma das referências nacionais na fabricação de calçados e artigos esportivos. Seus produtos passaram a ocupar espaço nas quadras, pistas e campos, acompanhando a popularização da prática esportiva entre os brasileiros.



A ascensão no mercado esportivo das décadas de 1970 e 1980

Durante os anos 1970, o aumento da visibilidade do esporte abriu novas oportunidades para fabricantes nacionais. A Rainha aproveitou esse cenário e investiu em inovação, ampliou sua linha de produtos e fortaleceu sua presença em diferentes modalidades esportivas.


O crescimento da prática esportiva, aliado à expansão dos patrocínios, à cobertura televisiva e o surgimento de novos hábitos de consumo, contribuiu para a marca consolidar-se entre atletas e consumidores. Nesse período, os artigos esportivos deixavam de ser apenas calçados para se tornarem símbolos de estilo de vida e identificação com o universo do esporte.


A Copa do Mundo de 1986 e internacionalização da marca

Já nos anos 1980, a marca deu passos importantes rumo à internacionalização. Fornecedora do Atlético Mineiro entre 1981 e 1982, e da Seleção Brasileira de vôlei masculino, vice-campeã olímpica em 1984, a marca assinou com a Seleção de Futebol do Paraguai.


A parceria com a Albirroja para a Copa do Mundo de 1986 representou uma vitrine global e fortaleceu atributos importantes para a marca, como reconhecimento, credibilidade e relevância. Mais do que fornecer uniformes, a Rainha passou a integrar a experiência emocional proporcionada pelo maior espetáculo do futebol.


Além do futebol e do vôlei, expandiu sua atuação no mercado de calçados esportivos, acompanhando tendências de corrida, fitness e esportes coletivos. Seus modelos tornaram-se populares entre atletas e consumidores, contribuindo para consolidar a marca como uma das mais lembradas do segmento no Brasil.



O legado da Rainha para o branding esportivo

Este caso, há quarenta anos, comprova que o esporte pode servir como plataforma de crescimento empresarial e construção de marca. Ao unir qualidade de produto, marketing esportivo e presença internacional, a empresa construiu uma trajetória que permanece como referência na evolução da indústria esportiva brasileira.


Desde 2015 no portfólio da BR Sports, holding do Grupo Sforza, a Rainha ressaltou que o branding tem o potencial de transformar a exposição da marca em eventos esportivos em conexão de diversas gerações à marca e ao seu legado.

 
 
 

Comentários


© 2018 por Autoral Conteúdo Editora.

bottom of page